quarta-feira, 22 de julho de 2015

Pele Branca contra Pele Negra em ex-terra de Peles Vermelhas

“Manifestação dos Novos Panteras Negras e afins coincidem com marcha dos dissidentes da Klu Klux Klan nas ruas de Columbia”. Esse foi o noticiário do final de mês de Julho nos EUA.

... E mais uma vez o cômodo status quo caiu num entrave em mais um País: as ideologias étnicas saíram mais uma vez da teoria e foram para a prática.

Índios guerreavam com índios rivais, brancos mataram índios (no Brasil, muitas vezes os Europeus convocavam índios para guerrearem entre "tribos rivais"), negros ocuparam a terra e tiveram sua força de trabalho explorada pelos brancos, e, normalmente, brancos querem manter a supremacia branca de várias formas possíveis... Só que agora extremistas almejam de forma mais transparente e radical. Tal supremacia sempre existiu na medida em que se legitima com valores cristãos e ideologias modernas: liberdade, democracia, igualdade, meritocracia e etc.


Agora, a grande potência mundial não tem aquela estabilidade financeira, e por consequência social - até um certo ponto. Alguém tem que achar um culpado, alguém tem que que pagar. Nunca é o sistema como um todo, já que estamos dentro dele mesmo, não podemos NUNCA nos culpar, não é?

Negros morrem devido ao contexto social vulnerável em geral - no mundo inteiro, e mais ainda na, esquecida por todos, África! - mas o tema só apareceu fortemente depois que a grande imprensa internacional veiculou alguns casos de autoritarismo policial com negros americanos.

Imagem: www.uniomystikaum.org


Cotidianamente negros morriam e a vida continuava, culpalizava-se somente o fator da pobreza. E, como já sabemos, quando alguém levanta a pauta étnica em momentos de crises, os outros lados insurgem-se. Agora a extrema opinião "africofóbica" em cima da tradição das ideologias extremistas,  temos um terreno novo de possibilidades de legitimação.

Observamos uma mesquinhez sem tamanho para quem considera ter uma esperança numa humanidade Plural, Igualitária e Livre. Como podemos continuar engajados nessas causas se estamos imersos de cada vez mais identificação de movimentos "tribais", onde estamos em “cada um em seu quadrado"?

Vivemos numa época de crise de identidade como já dizia estudiosos da pós-modernidade - Stuart Hall por exemplo -, mas agora, ao mesmo tempo que temos isso, a globalização nos trouxe também os guetos da internet, onde a falta de identidade é preenchida por uma identidade nova, virtual e artificial. Somos “anti-iluminats”, somos feministas, somos orgulhosos da heterossexualidade, somos politizados, somos monarquistas, somos otakus; cada um escolhe o seu grupo de forma natural, despercebido.

Quem é a favor dos direitos dos outros e o que estamos produzindo por legitimar e participar desses guetos?






(ENGLISH)

"Manifestation of the New Black Panthers coincide with the march of dissidents Klu Klux Klan in Columbia streets." That was the end noticiáriodo of July in the US.... And once again the status quo room fell into a barrier in another country: ethnic ideologies came out again the theory and went to practice.Indians warred with rival Indians, whites killed Indians (Brazil, often Europeans summoned Indians to make war between "rival tribes"), blacks occupied the land and had their workforce exploited by whites, and usually want to keep the white white supremacist several possible ways ... But extremists now crave a more transparent and radically. Such supremacy has always existed in that legitimated with Christian values ​​and modern ideologies: freedom, democracy, equality, meritocracy and etc.Now the major world power does not have that financial stability, and social consequence - to a certain extent. Someone has to find a culprit, someone has to pay. Never is the system as a whole, since we are within himself, can not NEVER blame us, right?Blacks die from vulnerable social context in general - worldwide, and more so in, forgotten by all, Africa! - But the issue only came strongly after the great international press ran some cases of police authoritarianism with black Americans.Picture: www.uniomystikaum.orgDaily blacks died and life went on, if culpalizava only the poverty factor. And, as we know, when someone raises the ethnic agenda in times of crises, the other side rebel himself. Now the extreme view "africofóbica" on the tradition of extremist ideologies, we have a new ground of legitimate possibilities.We observed a meanness without size for those deemed to have a hope in humanity Plural, Free and Equal. How can we continue engaged on these cases if we are immersed in an increasingly identifying "tribal" movements where we are "each in his square"?We live in a time of identity crisis as it was for students of post-modernity - Stuart Hall for example - but now, while we have it, globalization has brought us also the ghettos of the Internet, where lack of identity is filled by a new identity, virtual and artificial. We are "anti-iluminats" are feminists are proud of heterosexuality, are politicized, we are royalists, are otaku; each chooses his group naturally, unnoticed.Those in favor of the rights of others and what we are producing for legitimize and participate in these ghettos?


(ESPANOL)

"La manifestación de las Nuevas Panteras Negras coincide con la marcha de los disidentes Ku Klux Klan en calles Columbia." Ese fue el noticiáriodo finales de julio en los EE.UU..... Y una vez más la habitación de statu quo cayó en una barrera en otro país: las ideologías étnicas salieron de nuevo la teoría y se fueron a la práctica.Indios peleó con los indios rivales, los blancos mataron a los indios (Brasil, a menudo los europeos convocados indios para hacer la guerra entre "tribus rivales"), los negros ocupado la tierra y tenía su mano de obra explotada por los blancos, y por lo general quieren mantener el blanco supremacistas blancos varias maneras posibles ... Pero extremistas ahora anhelan una mayor transparencia y radicalmente. Tal supremacía siempre ha existido en ese legitimado con valores cristianos y de las ideologías modernas: la libertad, la democracia, la igualdad, la meritocracia y etc.Ahora, la gran potencia mundial no tiene que la estabilidad financiera, y consecuencia social - hasta cierto punto. Alguien tiene que encontrar un culpable, alguien tiene que pagar. Nunca es el sistema en su conjunto, ya que estamos dentro de sí mismo, no puede nunca nos culpe, ¿verdad?Los negros mueren de contexto social vulnerable en general - en todo el mundo, y más aún en, olvidados por todos, África! - Pero el problema sólo llegó con fuerza tras la gran prensa internacional corrió algunos casos de autoritarismo policial con los estadounidenses negros.Foto: www.uniomystikaum.orgNegros diarias murieron y la vida siguió, si culpalizava sólo el factor de la pobreza. Y, como se sabe, cuando alguien plantea la agenda étnica en tiempos de crisis, el otro sí mismo rebelde lado. Ahora el punto de vista extremo "africofóbica" en la tradición de las ideologías extremistas, tenemos una nueva planta de posibilidades legítimas.Se ha observado una mezquindad sin tamaño para los que se consideran tener una esperanza en la humanidad Plural, libres e iguales. ¿Cómo podemos seguir comprometidos en estos casos, si estamos inmersos en una cada vez que identifican los movimientos "tribales" dónde estamos "cada uno en su plaza"?Vivimos en una época de crisis de identidad como lo fue para los estudiantes de la posmodernidad - Stuart Hall, por ejemplo - pero ahora, mientras lo tenemos, la globalización ha traído nosotros también los guetos de Internet, donde la falta de identidad es llenado por una nueva identidad, virtual y artificial. Somos "anti-iluminats" son las feministas están orgullosos de la heterosexualidad, son politizados, que son realistas, son otaku; cada uno elige su grupo natural, desapercibido.Los partidarios de los derechos de los demás y lo que estamos produciendo para legitimar y participar en estos guetos?

Nenhum comentário:

Postar um comentário