É estranho
escrever isso. Esse texto.
É a mesma sensação que tive quando
eu
anotei uma vez, há muito tempo, o nome
de algumas meninas que eu tinha interesse...
Bom, pensando bem, vou escrever assim mesmo;
quem sabe eu largue um pouco esse estilo
de vida conservador.
16, DJ e formiga. São algumas das “personagens” que pensei agora. Vou deixar assim, meio oculto o nome. Sei lá né?
Quero começar pela “formiga”, lá numa boate dos cult’s da UFES... Eu tava tomando um ar, bêbado. Na caça. Avistei uma magrinha bonitinha sentada ao lado de um cara, que não parecia ter posse da menina. Resolvi sentar ao lado dela, como se nada quisesse. Mesmo se eu demonstrasse também, ela não iria perceber, pois estava mais torta que eu.
Aguardei a hora certa. Quando alguma conversa de canto de olho rolou – a qual nunca irei lembrar –, esporádica e informal e bem pretensiosa, mas ninguém revelou nada... Quando ela, depois de algum tempo, reclamou, dramática e embriagada, que umas formigas tavam picando a bunda dela...
– Só lembrando: não sou do tipo que aguarda a hora certa de chegar beijando. Gosto de intervir num contexto propício, e até descobrir ele. Isso para puxar um assunto e manipular uma situação favorável para conquista, e só; seja uma situação engraçada, ou o que ocorrer aleatoriamente...
– Mais uma observação: acho que vou incluir mais uma pessoa no texto. E outra coisa: como fiquei de ler esse texto para uma pessoa desse texto, vou ser mais discreto no que escrever, sei lá!
Voltando: A menina estava com uma saia curta azul, lilás, não sei o nome da cor, mas achei uma graça, estava muito sexy, era rendada, curtinha! Ela não era gostosa. Mas sabe quando a pessoa acerta na roupa para seu corpo e dá um toque? Com a dita picada das formigas, ela abaixou, meio que empinou a bunda para mim e levantou a saia, isso de frente para mim.
– Ah... A pessoa para quem fiquei de expor o texto, falou hoje que eu transmito a ela vontade de viver... Engraçado que foi ela que me motivou a retomar o texto.
Bom, eu penso o seguinte: se a pessoa faz isso – mostrar a bunda naquela situação – é porque nunca faria sóbria. Fiquei com “medo ético” de me aproveitar. Agi como um cara mais gay que os gays do rock. Não tirei nenhuma “formiga” da bunda dela. A guria estava tão soltinha, que vendo eu recusar tirar uma casquinha dela, pegou minha mão e meteu na bunda dela. Não sei se senti tesão, fiquei meio bolado. Vai que o namorado, ou seja, quem for que esteja “vigiando” ela visse a cena. Me vi como um cara sortudo, ao mesmo tempo que me bloqueei para essas libertinagens gratuitas. Depois fiquei pensando na bunda dela, tava toda escancarada. Só pra mim. Aí senti tesão mesmo. Só depois. Pensando bem... que coisa estanha! Era pra ter curtido na hora, enfim... Acabei me engajando a decorar o nome dela – deixaram escapar na conversa. Não sou besta. Perguntei pra um cara que tava próximo dela. Confirmou tranquilamente o nome dela pra mim. Não sei se foi legal comigo porque quero saber se tenho um amigo para ele conhecer ou porque apenas era um gay simpático – É a cachaça. Falei que não conheço ninguém para ele. Daí, saí pela festa. No outro dia cheguei de manhã na casa do meu amigo, acordei pelo grito no portão; final da história: pedi para ele add ela no Facebook, porque eu estava receoso dela me ver contatando ela. Acabei adicionando ela, e ela me comentou que tá em um relacionamento. Larguei de mão...
anotei uma vez, há muito tempo, o nome
de algumas meninas que eu tinha interesse...
Bom, pensando bem, vou escrever assim mesmo;
quem sabe eu largue um pouco esse estilo
de vida conservador.
16, DJ e formiga. São algumas das “personagens” que pensei agora. Vou deixar assim, meio oculto o nome. Sei lá né?
Quero começar pela “formiga”, lá numa boate dos cult’s da UFES... Eu tava tomando um ar, bêbado. Na caça. Avistei uma magrinha bonitinha sentada ao lado de um cara, que não parecia ter posse da menina. Resolvi sentar ao lado dela, como se nada quisesse. Mesmo se eu demonstrasse também, ela não iria perceber, pois estava mais torta que eu.
Aguardei a hora certa. Quando alguma conversa de canto de olho rolou – a qual nunca irei lembrar –, esporádica e informal e bem pretensiosa, mas ninguém revelou nada... Quando ela, depois de algum tempo, reclamou, dramática e embriagada, que umas formigas tavam picando a bunda dela...
– Só lembrando: não sou do tipo que aguarda a hora certa de chegar beijando. Gosto de intervir num contexto propício, e até descobrir ele. Isso para puxar um assunto e manipular uma situação favorável para conquista, e só; seja uma situação engraçada, ou o que ocorrer aleatoriamente...
– Mais uma observação: acho que vou incluir mais uma pessoa no texto. E outra coisa: como fiquei de ler esse texto para uma pessoa desse texto, vou ser mais discreto no que escrever, sei lá!
Voltando: A menina estava com uma saia curta azul, lilás, não sei o nome da cor, mas achei uma graça, estava muito sexy, era rendada, curtinha! Ela não era gostosa. Mas sabe quando a pessoa acerta na roupa para seu corpo e dá um toque? Com a dita picada das formigas, ela abaixou, meio que empinou a bunda para mim e levantou a saia, isso de frente para mim.
– Ah... A pessoa para quem fiquei de expor o texto, falou hoje que eu transmito a ela vontade de viver... Engraçado que foi ela que me motivou a retomar o texto.
Bom, eu penso o seguinte: se a pessoa faz isso – mostrar a bunda naquela situação – é porque nunca faria sóbria. Fiquei com “medo ético” de me aproveitar. Agi como um cara mais gay que os gays do rock. Não tirei nenhuma “formiga” da bunda dela. A guria estava tão soltinha, que vendo eu recusar tirar uma casquinha dela, pegou minha mão e meteu na bunda dela. Não sei se senti tesão, fiquei meio bolado. Vai que o namorado, ou seja, quem for que esteja “vigiando” ela visse a cena. Me vi como um cara sortudo, ao mesmo tempo que me bloqueei para essas libertinagens gratuitas. Depois fiquei pensando na bunda dela, tava toda escancarada. Só pra mim. Aí senti tesão mesmo. Só depois. Pensando bem... que coisa estanha! Era pra ter curtido na hora, enfim... Acabei me engajando a decorar o nome dela – deixaram escapar na conversa. Não sou besta. Perguntei pra um cara que tava próximo dela. Confirmou tranquilamente o nome dela pra mim. Não sei se foi legal comigo porque quero saber se tenho um amigo para ele conhecer ou porque apenas era um gay simpático – É a cachaça. Falei que não conheço ninguém para ele. Daí, saí pela festa. No outro dia cheguei de manhã na casa do meu amigo, acordei pelo grito no portão; final da história: pedi para ele add ela no Facebook, porque eu estava receoso dela me ver contatando ela. Acabei adicionando ela, e ela me comentou que tá em um relacionamento. Larguei de mão...
Na
mesma festa. DJ. Gracinha.
Eu não tinha beijado ninguém na festa ainda. Nada demais. Me
adentrei no inferninho (uma parte da boate, escura dentro do
cerimonial. Uma mini boate dentro da festa), onde a porra toda
acontece! Sozinho, observador, aguardava a hora do bote, na lábia...
Vi uma DJ bonita, e avistei ali próximo ao palco, um grupo de
pessoas dançando. E tinha uma menina nem feia nem bonita danç
aparentemente sem dono. Não tinha assunto com ela – nem lembro
exatamente os diálogos, numa festa assim só se lembra de flashes.
Acabei descobrindo que era lésbica – ela que falou. Me senti,
então, desafiado – lembrei disso agora! Acho que isso motivou uma
conquista. Falei com ela que achei a DJ linda – acho que foi nesse
sentido o diálogo –, e que se eu flertasse, não, não... se eu
ficasse com a DJ... não... se eu desse em cima dela; que essa menina
teria que ficar comigo! Fui meio torto – só meio – no palco.
Fiquei ao lado da DJ, dançando e resmunguei umas coisas bem
triviais, que acho que deva ser bem comum toda DJ gatinha passar por
isso. Nem me importei e nem me esforcei para conquistá–la...
Afinal ela é dona da noite, pode escolher quem quiser – mas isso
não exclui o fato de a ter procurado pelo Facebook. Missão
cumprida. Peguei a menina mais ou menos para abrir a noite. Tava
solto, consegui aliviar a maldita libido pervertida – como odeio
essa imagem libertina...
Faltam
duas.
Lembrando que também queria minha amiga, mas descartei o
investimento nela, sei lá... Bonita demais p/ mim, eu teria que me
submeter demais. Mas acho que ela me quer, RS. Eu não planejei pegar
mais duas, mas foi assim: rolou mais duas. Vou dedicar mais texto
sobre a ultima que fiquei... Essa é uma figurinha. – O papel
acabou, quando chegar em casa dessa aula interessante, eu termino...
Putz.
Rasguei uma folha do texto da matéria da aula p/ escrever. Melhor
passar tempo escrevendo isso do que ficar à toa na internet do meu
cel.
–
Voltando: a primeira das quatro era a formiga, a 2ª
a DJ e a mais ou menos a terceira. Não vou falar sobre a última, a
menina que conheci num (época
em que estava namorando) outro
evento. Eu a havia reencontrado uma semana ou duas antes nesse
cerimonial. Tentei falar com ela da ultima vez que a vi, mas ela fez
pouco caso, achei uma audácia, mesmo que ñ tenha sido proposital.
Enfim, essa guria já tinha me saudado logo que cheguei na festa, mas
por algum motivo eu ñ fiquei muito tempo interagindo com ela. Ah,
não vou falar dela não...
Só
queria escrever esse texto p/
tentar expressar um pouco sobre minha ética demasiada puritana em
algumas ocasiões, acho que isso ta errado, sinto isso. Isso é tão
radical. Parece que não to vivendo. Parece que o romantismo vai na
hora errada e a libertinagem também. O sexo, a putaria, são coisas
importantes. Sei lá... não sei da onde veio esse conservadorismo.
Parece que o homem tem vergonha de se reconhecer como animal. O
animal lateja querendo sair! Haha! Na vez passada, umas duas semanas
antes desse evento eu havia transado duas vezes com uma garota e
ainda tentamos fazer no evento. Isso me libertou. Eu acho. Isso muda
uma pessoa, dependendo de quem seja. E a situação subjetiva sobre a
vida em que ela esteja; o modo de encarar os símbolos do dia–a–dia.
Fora as pseudoanálises. Eu tô bem! E a professora falando “pensando
lá na burguesia (...) mas a escola, a instituição, é uma
construção neoliberal...” Ai ai...
Faltou
a 16...
a pessoa que motivou a retomada do texto e quem pediu p/ mim mostrar
p/ ela... Nem fodendo que escreverei sobre ela aqui, haha... No
texto, falo a real das situações abertamente... E não vou mostrar
p/ nenhum “personagem” do texto, esse texto, ta louco...
–
Cris me mandando SMS. Dlç.
* – Nunca foi intencional escrever ao estilo de Bukowski, só reparei isso no andar da elaboração do texto.
** – O texto em preto foi quando comecei a escrever e parei de escrever porque tava com raiva de uma personagem. A parte azul foi quando resolvi retomar o texto depois de quase uma semana. O azul mais escuro foi escrito na aula da faculdade à noite.
Escrito em meados de Maio de 2014
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