A música de bom gosto, nada mais é que como a Filosofia, numa capacidade técnica de aceitar os dogmas da forma e de tradições manipuláveis para agradar os ouvidos do leitor!
Ou será mesmo que o Rock And Roll, Beethoven e etc foram criadas do nada - deram sorte de ter receptividade? O escutador teve um passado de experiência musical, seja ele neuro-biológico-genético-geracional ou temporal-cognitivo. Tiririca cai de moda e Beethoven demora(ria) muito, por quê? Não sei. Saber perguntar isso nos leva a uma boa indagação. Estaríamos já viciados em dizer que Beethoven é de boa qualidade. Um erro crasso. Afinal, assim como Tiririca, o Carmina Burana (autores: Goliardos) pode ser resgatado num futuro e até mesmo ser remasterizado e teríamos um novo ídolo-arte! O que determina? Não sei. Mas sei que Filosofia e Música tem isso em comum. A legitimidade aberta de possibilidades, mas ainda assim requer uma boa técnica e malícia! Ou então haja sorte para surgir um Pensador romântico corajoso ou um Sócrates maluco que teve repercussão nos "Padres-Filósofos" medievais
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