sábado, 23 de abril de 2016

Bradar é um direito fundamental individual

Bradar Golpe é uma atitude pessoal e retórica e não jurídica.

Será jurídico quando o Presidente do STF, ou Legislativo ou alguma ação de mandato de segurança concluir isso.

E isso não proíbe ninguém de bradar. Temos a liberdade de falar o que quiser.

Afinal, Dilma usa o termo quando convém (contraste entre Discurso no NBR* e na ONU). E o povo repete como num rebanho hipnotizado pela cultura do medo (Como Bush fez com o termo terrorista). A não ser que consideremos o STF como instancia sem legitimidade. Já o fizeram com a vice-presidência, com a oposição, com a Câmara (casa do povo) e com a população nas ruas de hoje e de anos atrás (2013: o Governo fez um Pacto idiota partidarizado)

O "voto crítico" (Eleições 2014) nunca teve crítica efetiva.
Pois falar mal do governo acaba nos convertendo em coxinha, elite, classe media, branco e etc. Aprendemos a ter medo de criticar o governo, pois nosso vizinho, nosso colega da pesquisa, nossa roda de amigos, tem fiscais que irão te desqualificar e esquecer do seu potencial individual.

A questão que deveria ser a fundamental e necessário de um povo autônomo e entusiasta (de verdade e não partidarizado) da Democracia seria mesmo, é:

"Qual foi a exata data em que o povo perdeu a legitimidade de criticar o Governo Executivo Federal? Em meados de 1º de Janeiro de 2003"

* - NBR é um setor do planalto. A agencia de propaganda do PT. Que deveria ser uma Agencia estatal e imparcial. Eh uma instancia pública dos nossos impostos da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC)

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